Ideologia de gênero e orientação sexual: o estado destruindo a infância e a família!

2 Jun 2016

 

Ideologia de gênero e orientação sexual: o estado destruindo a infância e a família! NÃO DEIXE DE LER!

 

Amigos, como muitos devem saber, em 2014 foi aprovado o Plano Nacional de Educação – lei 13.005/14. O projeto de lei continha diversas menções, diretrizes e ações no sentido de ensinar temas como a ideologia de gênero e a orientação sexual para crianças e adolescentes.

 

O Congresso Nacional, atendendo à população, alterou o referido plano, vetando de seu texto os termos ideologia de gênero e orientação sexual.

 

Contudo, o plano da esquerda de destruição da infância e desconstrução da família ainda vigora e eles continuam influenciando os governos municipais para que sorrateiramente elaborem planos de educação e os aprovem sob o escudo do combate a intolerância e o ao preconceito. Felizmente, a esmagadora maioria dos municípios vem vetando esses temas em seus PME´s.

 

A Câmara Municipal de Niterói vai promover duas audiências públicas para debater o PME nos dias 7 e 21 de junho e, consequentemente, haverá debates acerca dos temas ideologia de gênero e orientação sexual.

 

Muitas pessoas acabam caindo nessa falácia, nessa trama que gera consequências irreversíveis para nossa sociedade. Os grupos ativistas, que não representam os direitos dos homossexuais, na verdade são massa de manobra de propósitos da esquerda. A destruição da família é um desses propósitos e a forma mais eficaz de concretizá-lo é garantindo independência sexual à criança.

 

Essa independência gera a antecipação sexual, causando uma desorganização das instituições que formaram as relações interpessoais.

 

Crianças são vulneráveis psicologicamente, não possuem autodeterminação nem consciência formada. Ao colocar temas inapropriados para elas, como assuntos de adultos, ensinando sobre masturbação, sexo anal, estimulando-as a conhecer novas experiências e à homossexualidade, estamos colocando em risco a formação das crianças, gerando pessoas com transtornos e adultos problemáticos.

 

A orientação sexual está no bojo da educação moral, a qual compete única e exclusivamente aos pais.

 

Há diversos dispositivos legais e tratados internacionais com força de norma constitucional que versam sobre o tema e que proíbem tais afrontas, dentre eles:

Art. 1566, IV; e art. 1.634, I (Código Civil)
Arts. 17 e 79 (Estatuto da Criança e do Adolescente)
Art. 12, nº 4 (Pacto de San Jose de Costa Rica)

 

Outro ponto a ser debatido será a ideologia de gênero. Para quem não conhece essa teoria, esta rege que o sexo natural de uma pessoa não a define como tal, ou seja, o sexo – ou gênero neste caso – seria uma construção social, na qual o indivíduo se define da maneira que ele se sente, havendo múltiplas sexualidade possíveis.

 

A difusora dessa ideia de gênero chama-se Judith Butler. Para ela, não existem apenas os sexos masculino e feminino. Ela afirma que estes seriam os sexos naturais e não devemos crer que o sexo biológico é único, pois esta concepção seria arbitrária e modificável.

 

Judith diz que o que determina o que somos enquanto gênero sexual são nossas vontades e nossas inclinações psicológicas momentâneas.

 

Desse modo, criaram uma infinidade de gêneros de forma a causar confusão na sociedade, misturando conceitos entre sexo e opção sexual.

 

E agora querem ensinar isso a nossas crianças no COLÉGIO, ensiná-los que as crianças não têm um sexo definido e que podem muito bem terem nascido com um pênis, mas se vestirem como meninas, e somente na fase adulta é que poderiam definir-se como um gênero ao qual lhe seja mais apropriado.

 

Devemos respeitar a todos seres humanos, homens, mulheres, heterossexuais e homossexuais, mas não podemos incentivar ideias que, sob o escudo do combate ao preconceito e à intolerância, esconde razões obscuras e macabras de destruição da família.

 

Diga não à orientação sexual para crianças! Diga não para a ideologia de gênero! Discordar não é odiar.

 

‪#‎DiscordarNãoÉOdiar‬

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