O caso da mulher esfaqueada no Estácio e o silêncio quebrado pela esquerda

17 Jul 2016

 

O CASO DA MULHER ESFAQUEADA NO ESTÁCIO E O SILÊNCIO QUEBRADO PELA ESQUERDA:

 

A esquerda estava silente diante das notícias sobre o crime praticado contra uma mulher no Estácio na frente de sua filha de apenas 7 anos. Achavam que o autor se tratava de mais uma "vítima da sociedade" e que merece todos cuidados e amparo do estado.

 

Agora que já foi noticiado que o criminoso era um ex namorado da vítima inconformado com o fim do relacionamento, o movimento feminista e demais esquerdiotas saíram da tumba do silêncio e, com seu habitual oportunismo, apropriaram-se do fato para levantar sua bandeira, insistindo que é necessário o debate de gênero para lutar contra o "machismo", destacando que se trata de um caso de "feminicídio" e fazendo até mesmo uma correlação com a estúpida teoria da "cultura do estupro".

 

A esquerda é asquerosa, esquizofrênica e manipuladora.

Não, o crime não foi praticado por machismo. Crimes passionais são praticados por ambos os sexos e são frutos de um sentimento de possessão, de insatisfação com o fim de relação e sinais de psicopatia.

 

Ou a Elize Matsunaga assassinou o seu marido (executivo da Yoki, Marcos Kitano Matsunaga) por machismo?

Enquanto tivermos essa cultura do oprimido sendo difundida, tratando criminosos como pessoas que foram corrompidas pelo sistema e que não merecem punição, elaborando teorias utópicas para resolução dos problemas da violência como sendo verdades universais a fim de desconstruir a sociedade ou fazendo manifestações ridículas como passeatas de peito de fora, soltar pomba e abraço na lagoa, e não tratando os bandidos como devem ser tratados, com rigor e punições severas, a sociedade permanecerá se afogando nesse mar de sangue sem perceber que se trata de um mar de hipocrisia, populismo e inversão de valores.

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