STF E O ABORTO: A PENA DE MORTE PARA QUEM NAO COMETEU CRIME ALGUM

30 Nov 2016

 

STF E O ABORTO: A PENA DE MORTE PARA QUEM NAO COMETEU CRIME ALGUM

 

Ontem o STF mais uma vez agiu de acordo com os interesses dos globalistas e da esquerda. Numa decisão que abre precedentes para outros casos semelhantes, a suprema corte relativizou o aborto e definiu que a conduta não seria crime até o 3o mês de gestação.

 

O ativismo judicial do STF mais uma vez o faz se colocar acima dos demais poderes, atropelando a teoria de freios e contrapesos e legislando. Vale lembrar que algumas vezes tentaram relativizar o estupro de vulnerável (conjunção carnal com menor de 13 anos), pois, ao analisar os casos especificos, entenderam que as meninas já tinham vida sexualmente ativa. Mais uma amostra de que os magistrados querem legislar e definir o que é crime ou não, sem respeitar o que está disposto na lei.

 

Já há tipificado pelo LEGISLADOR os casos em que o aborto não é crime por ausência de culpabilidade. Logo, não cabe a outro poder legislar sobre o que seria crime ou não em matéria de aborto.

 

Os juízes têm sido cada vez mais entorpecidos pelo politicamente correto e utilizados como massa de manobra por corporações que, aliadas aos progressistas, plantam falácias que distorcem os conceitos de direitos humanos.

 

A ONU e os metacapitalistas têm investido grandes cifras para disseminar sua agenda que envolve a implantação de pautas como gênero e direitos sexuais e reprodutivos (leia-se orientação sexual para crianças e, sobretudo, aborto).

 

Inseriram no rol de direitos humanos os tais direitos reprodutivos e, através de um verdadeiro contorcionismo lógico, alegam que as mulheres teriam direito ao aborto, que negar isto a elas seria colocá-las em desvantagem aos homens, em desigualdade de gênero e constrangê-las a abusos psicológicos, já que a mulher estaria sendo obrigada a algo.

 

Ademais, usam de um discurso sujo e que confunde sobretudo as adolescentes feministas. Afirmam que uma das maiores causas por mortes de mulheres é o aborto, já que ele é ilegal e isso as leva a praticarem-no de forma clandestina. Como se isso fosse justificativa para cometer um crime contra a vida. Já que matar um feto é ilegal e isso está levando a morte de mulheres que querem fazer isso parecer normal, vamos legalizar a prática, pois o que prevalece é a vontade da mulher, não é a do pai e muito menos a do bebê (feto).

 

Mas, para contornar essa situação e confortar as mulheres com o pensamento de que o aborto não é algo ruim, eles sustentam que até determinado mês ainda não existe vida. Esse argumento carece de sustentação lógica, tendo em vista que, mesmo na correntes de estudiosos que afirmam que antes de determinado período não haja vida, não há consenso de qual dia ou mês ela passa a ocorrer.

 

Seguindo adiante, na decisão, o juiz Luis Roberto Barroso destacou que "o Estado dispõe de outros meios para evitar a prática, como educação sexual, distribuição de contraceptivos e apoio à mulher que, embora queira ter filhos, enfrenta dificuldades para criar uma criança."

 

Mas que grande ideia. Vamos então descriminalizar o homicídio, os assassinatos, e investir em outros meios para evitar tal prática, como educação e campanhas de conscientização.

 

Vale destacar que este mesmo magistrado já relativizou o consumo de drogas, defendendo a legalização da maconha.

 

Os juízes da 1a turma do STF relativizaram o aborto, definiram que até o 3o mês de gestação não seria crime, como se eles soubessem o que é vida ou o que não é, como se eles fossem Deuses que determinassem ou que soubessem exatamente que, naquele determinado instante de gestação, de um dia para o outro, o sopro da vida se realiza naquela "massa", naquele "objeto", que foi concebido no útero da mãe.

 

Precisamos nos unir, resistir, manifestar-nos. Há muito tempo, em nome de supostos direitos humanos que nunca existiram, estão solapando nossas instituições, destruindo nossos valores e nossas tradições e agora querem fazer isso com a VIDA.

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